9 de dezembro de 2012

hoje eu acordei...

Desesperada. Do mesmo jeito que eu venho tendo pesadelos, tive mais um hoje, esse foi avassalador. Eu sonhei que descobria que ele já estava namorando outra. Assim, sem mais nem menos, sem cerimônia. Aquele que mesmo depois que terminamos disse que pra sempre iria me amar. Foi tão desesperador. Acordei chorando e é horrivel. É horrível lidar com tudo isso. Acho que tô assim pq conversei com ele ontem, e senti a frieza dele. Me tratou com tanta distância, ok não precisava me chamar de amor - pq eu pedi para parar de me chamar de amor. Mas não precisava parar de demonstrar que se importa. Fiquei impressionada como semana passada ele mandava mensagem e parecia se importar e como nessa semana ele simplesmente parou. Parece que não quer saber como eu estou. Quando vejo ele assim eu penso que realmente não iremos voltar, pois ele não quer...ele não tenta. Sei lá. 

Eu penso que me iludi esse tempo todo. Desde o dia em que começamos a namorar... Por que não foi algo que partiu dele. Não foi ele que virou e falou "vamos namorar?". Eu lembro do que ele disse no dia: "ah pra mim tá bom do jeito que tá, mas se pra vc é importante dar nome, tudo bem". "Pode botar no facebook". Eu fiquei tão cega e feliz que nem me importei com isso, só com o resultado: agora estamos namorando! Eeeee!

Depois veio a nossa primeira briga, onde ele disse que o amor que ele sentia por mim era de menino, e que ele não pensava em planos. E mesmo assim eu continuei ali. Algo me mantinha ali. Eu amava o jeito que ele me tratava, o carinho que ele me dava. E achava que eu ia conquistá-lo, faze-lo me amar tão intensamente a ponto de querer ficar comigo, sonhar comigo e viver comigo. Eu realmente acreditava na gente, mesmo com todas as diferenças. 

Quando vi esse post dele, eu me apaixonei mais ainda, achava que ele estava amadurecendo e que iriamos ficar juntos pra sempre:

"Meu amor: eu estou sem palavras, eu fico lisonjeado com tantos elogios que vc me faz. Saiba que eu batalho e tento superar as minhas limitações (que são enormes) para que a gente tenha um namoro feliz igual o que a gente tá tendo. Tento dar o meu melhor, e às vezes consigo até superar o que eu achava que era o meu melhor. Obrigado! Obrigado também por todos os presentes, às vezes você acha que é uma coisinha boba, mas pra mim tem um significado enorme, eu adorei todos os presentes até hoje!

Só posso te dizer que a nossa história já é linda, e com a gente as coisas acontecem de forma natural, e isso é genial! E sabe porque? Porque nós temos uma cabeça boa, a gente vê com cuidado e respeito cada situação que nos envolve, a gente sabe dos nossos próprios defeitos e respeita os defeitos do outro, porém somos otimistas e valorizamos as qualidades, que, no seu caso, são imensas!!! E, acima disso tudo, o nosso amor é puro!! Com vc ao meu lado, priscila, eu não tenho dúvidas em dizer: o amor existe.

amo muito você
fernando"

Foi a declaração de amor mais linda que ja recebi na vida. Pena que ela não pe total verídica... As coisas não eram naturais se ele tinha que fazer um esforço sobrehumano para superar as limitações dele. E se a gente tivesse cabeça boa assim e nos respeitássemos de verdade, não teria terminado como aconteceu na primeira vez, de simplesmente parar e deixar a gente doido. 

Acho que ele já não me queria mais mesmo, só não tinha coragem de dizer. E eu tenho de me acostumar a ideia de que ele não virá atrás. Que ele não irá me procurar pra saber como estou. Bem tem dias q eu fico bem, tem dias q eu fico mal. Aos poucos vou tentando tocar a vida pra frente. Eu tenho a terrivel mania de deixa-lo com a sensação de segurança, de q eu vou estar sempre ali esperando. Mas não. Isso são momentos de desespero, de crise, de inconformação com a frieza como as coisas acontecem. Hoje fez uma semana q eu falei pra ele parar de me chamar de amor. E que eu disse que não iria ficar correndo atrás dele, que quando ele quisesse ou soubesse o que quer, pra ele vir atras de mim. E em uma semana, ele sequer mandou uma mensagem querendo saber como eu estou. 

Ploft a verdade vem como um tapa na cara, que só eu não queria ver. Como alguém que me diz que me ama, e que vai me amar pra sempre como ele disse na segunda feira, simplemsente me trata com tanta frieza e não me procura?  Eu preciso aprender a lidar com essa ausência. Eu preciso aprender a me acostumar com a idéia de que ele não vai tentar. 

Por que ele pode até ter vindo a me amar, ou gostar de mim, mas não com a  mesma intensidade. Não com a mesma vontade. Pra ele qualquer coisa tava bom... E tanto faz eu fazer parte da vida dele ou não...

Essa sensação de ser descartada como lixo é que me mata. Tipo "ah vc ta me enchendo o saco, quero mais não. Tchau." Eu sei que eu mereço mais do que isso. Só não sei pq eu fico do jeito que eu fico, sabendo que eu mereço mais. 

Estou com vontade de ligar pra ele. Mas não vou fazê-lo. Já mandei uma msg... vamos ver se eu consigo me manter quieta. 

Eu me sinto tão burra sabe. Pq olhando num geral do nosso relacionamento, teve coisas muito fofas e boas, o show do red hot, a cirurgia q ele cuidou de mim, a orquidea, o buque de rosas, os presentes, o pingo, os toads, a almofada para dormir. Os momentos de carinho, os beijos no mercado. Tudo parecia muito verdadeiro, e de repente, até foi. Mas algo se perdeu no caminho, quando comecei a cobrar dele uma responsabilidade maior com ele mesmo. Será que ele me culpa pela tristeza dele? Eu só estava tentando fazer o bem pra ele. Eu só queria faze-lo feliz. Mas nada tava bom... ele começou a ser hostil comigo. Quando ele terminou comigo rapidamente ele parou de falar comigo. Eu surtei com isso. Ligava toda hora, chorava, perguntava por que.. o que foi que eu fiz... Ai ele veio aqui umas tres vezes querendo voltar. Mas ele queria voltar e continuar vivendo do jeito que tava... mesmo depois de ter sido chamado em um concurso pra ter um emprego bacana e ficar perto de mim. Ele veio. E ao mesmo tempo que dizia q eu era a coisa mais importante pra ele aqui, mas as atitudes dele no dia a dia dele era meio que "tanto faz..." ele não queria sair, não queria fazer coisas diferentes... tudo tava ruim... isso contaminou nosso namoro....

Ai ele decidiu ir embora pra São Paulo viver o sonho dele. Ok, eu acho super bacana, apoiadíssimo, desde que ele leve o emprego junto. E ai eu pergunto da gente... e a hora q ele deveria dizer poxa amor, vamos ver como faremos direitinho, quero que vc vá comigo, a gente aluga um apê legal e tal... Sabe, ter a iniciativa. 

Percebo que no nosso namoro ele nunca teve a iniciativa.  Nem mesmo para decidir as coisas dele. O que é melhor pra ele. Quando ele decidiu vir pra cá, ele falou todas as opções e possibilidades que eu ja havia dado a ele antes, como se fossem ideias novas dele. Parece que meio que pra ele, ouvir o conselho de alguém pode ser valioso, mas que pra ele só vale o que ele acha. 

Ah e mentira, ele teve iniciativa sim, mas quando estavamos lá no mundo dele, em São Paulo. Depois que veio pra cá ele nao demonstrou interesse em conhecer um mundo novo, o meu mundo. Ele não quis interagir e amenizar a dor dele. O que mais me entristeceu foi isso, ele veio e não quis ingressar no meu mundo, não saia espontaneamente. A gente só saia pra jantar quando eu chamava. Ai a gente termina e ele começa a ter a iniciativa de sair, mesmo que pouco. Com os amigos dele ele vai pro barzinho (ele pode até dizer que nao foi tão divertido assim, mas foi.) ele vê gente estranha e tudo mais. Comigo ele não queria, só queria ficar em casa. Com os amigos ele fez o esforço de tentar sair, comigo não. E isso que me entristece, me sinto desvalorizada. O comportamento dele tem me desvalorizado. E contradiz com os "eu amo você pequena". 

O certo não seria ele mostrar que faria qualquer coisa pra me fazer feliz também? E mostrar q eu sou importante pra ele? 

As vezes eu penso em jogar tudo pro alto e tocar a vida. E as vezes eu fico tentando entender o por que disso tudo. Por que chegou nesse ponto? Por que eu deixei ser assim? 

Eu sei que eu tenho uma necessidade muito grande de ajudar ele, que não quero ver ele se afundar. Mas ficar tentando ajudar quem não quer ajuda é desgastante. Pelomenos ele tem um emprego agora... foi a unica coisa q eu consegui fazer por ele também.

É lamentável ver que ele está perdendo alguém que realmente se importa com ele, pq nem ele mesmo se importa com ele mesmo. 

Uma coisa eu sei, nisso tudo, uma coisa eu tenho certeza: eu te amei até o ultimo segundo. Mas uma hora a gente percebe que precisa se amar mais. É DESTRUTIVO viver num relacionamento assim. Está me doendo muito, mas eu preciso acreditar que realmente foi a melhor decisão. Pq eu iria viver sempre frustrada, por amar alguém que não me tem como prioridade na vida dele, e que não luta para ficar comigo.  Que fala pros outros verem como eu estou. Não. Seja homem, me ligue pra saber como eu estou. Não se esconda no meio mais facil de resolver as coisas. Reflita sobre você. A gente só cresce e aprende, refletindo e tendo o desejo de mudar para melhor. 

Pode ter certeza que eu estou fazendo isso. Eu to sofrendo PRA CARALHO, mas eu sei que vou me levantar. E vou me levantar melhor do que quando caí, tenho fé.

Eu tenho é de ser mais orgulhosa. E ver que se ele quiser ele vai dar um jeito de vir atrás. Acho que ele tá é muito seguro de que eu to sofrendo, e de que eu vou estar sempre ali.. esperando. Não eu não vou ficar sempre ali esperando, por mais que eu o ame, efeito io-iô é muito cansativo e destrutivo, e enquanto eu tiver forças vou lutar contra esse efeito.

E ele deveria ler meu blog. 

8 de dezembro de 2012

sentimento

acho que é bem isso...

"Bem, despedimo-nos sem termos as coisas acertadas, mesmo após eu ter aparecido com planos e mais planos, tentando resolver todos os problemas envolvidos na sua vinda. Senti-me deprimida após nos despedirmos e, eu não sabia por quê, um pouco incomodada por não ter sido capaz de consertar tudo e fazê-lo feliz."

"Seria difícil exagerar o grande custo emocional que esse tipo de relacionamento, uma vez começado, acarreta para a mulher envolvida. Quando ela pára de relacionar-se com o homem que ama demais, sente-se como se uma energia dolorosa de alta voltagem corresse pelos nervos e os deixasse em pedaços. O antigo vazio surge e gira ao seu redor, levando-a para o mesmo lugar onde o terror da infância de ficar sozinha ainda vive, e ela tem certeza de que se afogará na dor."

interessante

Imannuel Kant, filósofo, afirmava que “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”. Imaginem alguem ao seu lado, por mais importante que seja em sua vida, dispondo de toda a força que tem para tentar com suas palavras, gestos ou pensamentos, levantar o seu braço. Simplesmente impossível. Ou fazer seus dedos mexerem e escreverem no papel uma linda poesia. Esqueça, seria perda de tempo. Só você é capaz de executar tais tarefas, pois os dedos e braço são seus. Os outros podem ter a lanterna que ilumina o caminho, mas a caminhada e o mérito de vencer a distância serão sempre seus.

 É, parece que era isso que eu vinha tentando fazer. Ajudar o outro a vencer. Mas quem tem que querer fazer ou seguir o caminho é ele. É uma perda de tempo ficar tentando batalhar por alguém que não quer a sua ajuda para crescer. É triste. Mas eu venho aprendendo a lidar com o fato de que talvez eu tenha que aceitar a idéia de não ser necessária, mas ao mesmo tempo não ver a pessoa se afundar. Não consigo, é instintivo tentar ajudar quando vejo a pessoa caindo e caindo e caindo.... e não poder fazer nada, não intervir.

7 de dezembro de 2012

entendimento

Eu ainda estou lendo o livro, mas percebo que eu não sou exatamente como as moças lá descritas, mas que lendo esse livro eu consegui compreender muito melhor alguns comportamentos e atitudes minhas. E depois eu explicarei melhor aqui. Preimeiro vou terminar de ler o livro.

obsessão?

Não sei como exprimir minha obsessão por ele. Cada vez que ele me deixava, sentia-me mais atraída por ele, não menos. E, quando voltava, ele dizia querer tudo o que eu tinha para lhe dar. Não havia no mundo sensação mais intensa que aquela. Eu tomava-o nos braços e ele chorava, e dizia que fora um tolo. Aquela encenação durava apenas uma noite, e então as coisas começavam a se desfazer novamente. Eu me esforçava terrivelmente para fazê-lo feliz, para que não me deixasse novamente.

Na época em que ele abandonou o casamento, eu estava praticamente acabada. Eu era incapaz de trabalhar, ou de fazer qualquer outra coisa a não ser sentar na cadeira de balanço e chorar. A impressão que tinha era de que estava morrendo (essa foi a sensação que eu tive da primeira vez q ele terminou comigo e simplesmente desapegou de uma forma tão... tão....). Tive que conseguir ajuda para não procurá-lo novamente, porque eu queria muito fazer com que tudo desse certo. Mas eu sabia que não sobreviveria àquele círculo vicioso. (eu não consegui essa ajuda e eu fiquei atrás dele até q ele veio querendo voltar...)

Três semanas após eu ter deixado o hospital terminei o relacionamento com ele, mas tive que ter muito apoio. Minha irmã, minha mãe e minha terapeuta ajudaram-me a superar aquilo. Fiquei terrivelmente deprimida. Eu realmente não queria parar com o relacionamento. Ainda sentia que ele precisava de mim e tinha certeza de que, com um pouco mais de esforço da minha parte, poderíamos superar juntos a situação. (iludida né?)

minha mãe

como minha mãe afeta tudo isso:

"Ela dizia-nos que éramos más e que causávamos problemas para ela, dizia que éramos "boas para nada" (essa era uma de suas frases preferidas). A ironia era que todas as suas críticas apenas faziam com que eu e minha irmã nos esforçássemos cada vez mais para sermos boas, para sermos valorosas."

e o fato de eu tentar ser boa pra ele e mesmo assim não ser suficiente, foi... exaustivo pra mim. Foi um baque. Um quê de "boa pra nada".

"Cresci sentindo-me muito só, muito desprotegida, amedrontada e desvalorizada, tentando todo o tempo compensar o fato de ser um peso. Lembro-me de que costumava consertar as coisas quebradas na vizinhança, querendo guardar dinheiro e, de certa forma, ganhar meu sustento.

Isso aqui parece eu saindo do meu namoro com o Rafael e embarcando em outro..

Cresci e casei-me com dezoito anos porque estava grávida. Fui infeliz desde o início. Meu marido criticava-me o tempo todo. Sutilmente no começo, e depois mais cruelmente. Na verdade, eu sabia que não estava apaixonada por ele e casei-me assim mesmo. (a sorte é que eu não casei, o desespero foi grande antes). Não pensei que tivesse outra escolha. Foi um casamento de quinze anos (depois de ter percebido eu demorei dois anos pra terminar, é uma versão mini dessa história, eu achava que podia melhorar, que alguma hora ia ficar bom, que era só uma ma fase), pois levei todo esse tempo para acreditar que ser infeliz era motivo bastante forte para conseguir o divórcio. Saí daquele casamento desesperada atrás de alguém para me amar, mas sentindo-me desvalorizada e um fracasso, e certa de que não possuía nada para oferecer a um homem bom e gentil. (eu acreditei que estava pronta pra me envolver de novo, e me envolvi, de corpo e alma, e mais fundo ainda do que antes.)


E agora eu vejo com clareza

Se for seguir a lógica do livro, o Rafael era a minha mãe. E o Fernando o meu pai. E nenhum dos dois faz bem pra mim. Será? Eu sempre quis zelar pelos dois. A mágoa e a insatisfação por eu não ser perfeita e ver minha mãe exigir isso de mim sempre, me tornou a pessoa que eu sou. Percebo que apesar de cada um deles se parecer com um familiar diferente, há uma conexão: os dois são pessoas que possuiam algum tipo de problema. E eu me sentia confortável em tentar zelar e cuidar deles, de ajudar a resolver esses "problemas". E quando eu encontro a resistência à ajuda, eu sofro. Eu vejo que eu fazia com o Fernando coisas que me fazem lembrar minha mãe com o meu pai (ou comigo, acho que mais comigo do que com ele). (não com a mesma intensidade, não tão impositiva, pq eu sempre lutei pra não fazer parecido.) Hoje meu pai mesmo fala pra mim que não é saudável eu ficar com alguém que não sabe o que quer comigo, que não sabe o que quer da vida. Mas sabe, querer que a pessoa seja o melhor dela na verdade é o que minha mãe fazia comigo. Numa forma diferente e em um nivel muito mais intenso. Ela queria q eu fosse perfeita pra satisfazer ela. Eu queria que ele se desse bem para q eu pudesse ficar com ele, para q eu me sentisse segura ao lado dele. E eu estava disposta a qualquer coisa no mundo maluco dele. Mas desde que ele quisesse tb. E ele não quis, rejeitou todo meu desejo e carinho e zelo.


"É um velho clichê no campo da terapia o fato de as pessoas fre-qüentemente se casarem com alguém absolutamente igual à mãe ou ao pai, com quem entram em conflito durante o amadurecimento. O conceito não é muito exato. Não é tanto o fato de ser o parceiro que escolhemos absolutamente igual a mamãe ou papai, mas o fato de que com esse parceiro somos capazes de ter os mesmos sentimentos e enfrentar os mesmos desafios que encontramos ao crescermos; somos capazes de reproduzir a já tão conhecida atmosfera da infância, e usar os mesmos artifícios nos quais já temos tanta prática. Isso é o que, para muitos de nós, constitui o amor. Sentimo-nos à vontade, confortáveis e extraordinariamente "corretos" com a pessoa com quem podemos nos comportar familiarmente e sentir todos os sentimentos familiares. Mesmo que nosso comportamento nunca tenha sido correto e que os sentimentos sejam desconfortáveis, são o que conhecemos melhor. Temos aquela sensação especial de pertencermos ao homem que nos permite, como sua parceira, dançar com os passos que já conhecemos. É com ele que decidimos tentar fazer com que o relacionamento dê certo."